segunda-feira, janeiro 26, 2015

Um museu ao ar livre

Nomen, Av. Conselheiro Fernando Sousa, 2012



Na capital portuguesa, a arte urbana floresce por toda a parte, constata a organização Sortir Paris que tem por objetivo a promoção do turismo pessoal e à medida. Arte urbana por toda a parte, nas docas, no muro de um hospital psiquiátrico, nos caixotes do lixo, observa a organização em relação a Lisboa.


Jaime Ferraz, Rua das Murtas, 2013


Lisboa não é só o amarelo dos carros elétricos, o azul dos azulejos, como não é só a voz dramática de Amália e as melodias populares dos fados, constatam conselheiros da organização, sugerindo que é tempo de descobrir a face contemporânea da cidade que, apesar da crise, dá prova de um dinamismo criativo incrível.

As observações dos conselheiros de Sortir Paris estão publicadas no endereço eletrónica da organização. Aí se reporta a existência e o trabalho do Gabinete de Arte Urbana da Câmara de Lisboa, sublinhando que a instituição promoveu a existência de um grande museu ao ar livre na cidade, com um conjunto de realizações ambiciosas como sejam as pinturas dos muros da Rua das Murtas, que ladeia o Hospital Júlio de Matos, de edifícios da Avenida Fontes Pereira de Melo, do Chão do Loureiro ou da Calçada da Glória.

Ao longo de seis anos, o Município e o GAU entraram no jogo, disponibilizando muros e contentores. Sortir Paris assinala também a publicação de um guia da chamada Street Art, editado pelo GAU e publicado pelas edições Zest.

A arte urbana de Lisboa é já um indesmentível fator de promoção turística e artística da cidade de Lisboa.  

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